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Partamona nigrior

Clasificación científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Clase: Insecta
Orden: Hymenoptera
Suborden: Apocrita
Superfamilia: Apoidea
Familia: Apidae
Subfamilia: Meliponinae
Tribu: Meliponini
Género: Partamona
Especie: P. nigrior
Nombre binomial
Partamona nigrior Cockerell, 1925


Partamona nigrior fue descripta por Cockerell en 1925.

Esta especie Partamona nigrior está relacionada muy de cerca de Partamona cupira y Partamona testacea, presentando un grado levemente mayor de melanismo. El grado de obliteration de las manchas faciales y torácicas diferencia algo los espécimen pero el macha es casi invariable menos enfática que en Partamona cupira y en muchos casos es apenas detectable. Una base más digna de confianza de separación de las dos formas es, sin embargo, el color del labrum y de las mandíbulas. Color naranja brillante en Partamona cupira y color ferruginoso en Partamona nigrior mucho más oscuro, el labrum es negro, el rojo oscuro de las mandíbulas, según lo descrito por Cockerell, o basalmente negro con el ápice rojizo, como en la mayor parte de los especímenes de la Guayana británica, que son también levemente más grandes que el tipo de Trinidad. Debe ser observado que el macho de Partamona nigrior tiende para ser maculado algo más que las obreras, pero, también tiene, el labrum oscuro y las mandíbulas más o menos. Otras formas oscuras como P. testacea, a saber P. helleri, el actual insecto es distinguido fácilmente por su coloración hyalina en las alas muy levemente lechosas con los caracteres ferruginosos brillantes del venación del ala que comparte con P. cupira y P. pearsoni mientras que P. helleri de Brasil meridional tiene alas levemente ahumadas con una venación más embotado. Una nota de campo de Kalacoon dice: Nido de arcilla en laboratorio. La pared del nido tiene color lacre rojo.

Original Schwarz[]

Known from Trinidad, State of Para, Brazil, and British Guiana. The form nigrior is very closely related to testacea cupira, presenting a slightly greater degree of melanism. The degree of obliteration of the facial and thoracic maculations differs somewhat from specimen to specimen but almost invariably the maculation is less emphatic than in cupira and in many cases so effaced that it is scarcely traceable. A more trustworthy basis of separation of the two forms is, however, the color of the labrum and of the mandibles. In cupira bright orange to ferruginous, these parts are in nigrior much darker, the labrum being black, the mandibles dusky red, as described by Cockerell, or basally black with a reddish apex, as in most of the British Guiana specimens before me, which are also slightly larger than the type from Trinidad. It should be noted that the male of nigrior tends to be a little more clearly maculated than the worker, but it, too, has the labrum dark and the mandibles more or less obscured. From another dark form of testacea, namely testacea helleri (Friese), the present insect is readily differentiated by its hyaline to very slightly milky wings with bright ferruginous venation-wing characters which it shares with cupira and pearsoni-whereas helleri from Southern Brazil has slightly smoky wings of duller venation. A field note connected with the large series, including males, from Kalacoon reads: Clay nest on lab. wall with pieces in the nest like red sealing wax.



Partamona nigrior (Cockerell, 1925) (Figs. 51, 52, 154, operária; 85, 86, 87, 115, 116, macho; 169, distribuição; Tabs. II-IX)

Trigona cupira nigrior Cockerell, 1925:627. Trigona (Patera) testacea nigrior; Schwarz, 1938:477, 478. Trigona (Partamona) testacea nigrior; Schwarz, 1940:9; 1948:103. ?Trigona (Partamona) nigrior; Cunha, 1973:3, Figs. 3, 4, 5, 6, 7; 1991:36 (prov. erro de identificação). ?Trigona (Partamona) cupira; Vit, 1992:7. ?Partamona aff. nigrior; Bravo, 1992:864 (prov. erro de identificação).

Diagnose. Abelhas pequenas (l.m.c. 2,3-2,5 mm, c.a.a. 5,1-5,6 mm; Tabs. III, IV). Integumento preto. Labro enegrecido ou descolorido. Mandíbula enegrecida ou castanho-escura quase por inteiro, ou ao menos na 1/2 apical, no restante amarelada ou descolorida, côndilos e ápice enegrecidos. Flagelo alaranjado ou castanho amarelado. Máculas da face e tórax apagadas ou pouco conspícuas; estrias paroculares alargadas embaixo (ca. 1,5x o diâmetro do 2o flagelômero) e afilando suavemente, até desaparecer na altura da interorbital máxima (Fig. 154). Pilosidade preta. Membrana das asas hialina; microtríquias pretas; veias méleas mas escurecidas pelas microtríquias fuscas. Cerdas do escapo curtas, apenas uma ou duas na base um pouco mais longas que as demais (1,0-1,1x o diâmetro do escapo, Tab. VII). Cerdas eretas das áreas paroculares, ao lado dos alvéolos mais curtas que o diâmetro do escapo. Cerdas do escutelo 0,9-1,0x o comprimento deste. Dentes da mandíbula pequenos e muito recuados em relação ao ápice do bordo apical (Figs. 51, 52). Área basal do propódeo com uma faixa glabra mediana, aproximadamente tão larga quanto o diâmetro do 2o flagelômero. Área malar, distância interocelar, distância ocelorbital, tíbia III e comprimento da asa anterior, normais (Tabs. V. VI, VIII, IX). Bifurcação da M+Cu geralmente coincidente com a cu-v (raramente anterior). Macho, basitarso III curto e largo, achatado ou convexo-côncavo; tíbia III alargada em direção ao ápice (Figs. 85, 86, 87); EVII com a projeção mediana longa, de lados aproximadamente subparalelos, os chanfros laterais profundos e largos (Figs. 115, 116).

Variação. Exemplares da ilha de Trinidad são, em geral, menores que aqueles do continente e parte dos exemplares examinados apresentava o labro descolorido.

Macho. Figuras 85, 86, 87, 115, 116.

Material-tipo. De "Trinidad, B.W.I, April 16, 1925", 3 operárias (Hester M. Rohwer)", provavelmente depositados no AMNH. Os tipos não foram examinados.

Distribuição geográfica e hábitat. Matas tropicais e subtropicais em Trinidad, norte da Venezuela e Guiana até Roraima, Brasil (Fig. 169).

Nidificação. SCHWARZ (1938: 478) menciona uma nota, junto com um material coletado em Kalacoon (Guiana), onde consta "Clay nest on lab. wall with pieces in the nest like red sealing wax".

Discussão. Caracteriza-se por apresentar labro e mandíbulas enegrecidos, asas com microtríquias predominantemente enegrecidas, e distribuição restrita à ilha de Trinidad, Venezuela, Guiana, até Roraima, Brasil (Fig. 169). Compartilha a cor do labro e mandíbula com mais 3 espécies, P. auripennis sp. nov., P. combinata sp. nov. e P. nigrilabris sp. nov., que provavelmente constituem um grupo monofilético. O padrão de máculas da face, principalmente das estrias paroculares (alargadas embaixo, um pouco difusas e terminando na altura da interorbital máxima) sugerem maior afinidade com P. auripennis sp. nov. (contígua geograficamente, Fig. 169) e P. nigrilabris sp. nov. (só conhecida de Salvador, BA). De P. auripennis sp. nov., distingue-se pelas microtríquias das asas predominantemente enegrecidas (amarelas em P. auripennis sp. nov.), e pelo tamanho geralmente menor. É possível que P. nigrior sp. nov. e P. auripennis sp. nov. possam constituir populações de uma mesma espécie; entretanto, seria necessário examinar material adicional da Guiana (região de contato), inclusive material de ninhos e dados sobre os hábitos de nidificação de ambas as formas. Os exemplares da ilha de Trinidad são, em geral, menores que aqueles do continente e uma proporção grande dos indivíduos da ilha apresenta o labro descolorido. É possível que exemplares da ilha façam parte de uma população reprodutivamente isolada daquelas do continente, entretanto, não foram encontradas descontinuidades relevantes nos caracteres estudados, inclusive genitália e esternos pré-genitais dos machos. Detalhes sobre os hábitos de nidificação das populações insular e continental poderiam auxiliar a esclarecer a questão.

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